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Por D.Braga
Uma questão demorada representa
prejuízos incalculáveis, seja com as custas do processo com taxas,
honorários advocatícios, ou ainda, com a desvalorização do objeto causa do
litígio pela defasagem do tempo, o que é pior.
Qualquer empresário sabe quanto é prejudicial uma questão, por exemplo,
entre sócios. A notícia se espalha, os fornecedores ficam desconfiados não
querendo atender os pedidos, os financiadores suspendem os créditos, os
clientes afastam-se do estabelecimento e os empregados entram no clima de
"está desempregado" e o caos é estabelecido.
O juízo arbitral, na forma da lei número 9.307/96, permite que as partes
divergentes escolham o mediador ou árbitro, ajustam o quanto podem
despender de numerário, quanto tempo vai durar a lide e todo o processo
corre sigilosamente.
Foi visando estes benefícios para a comunidade eunapolitana, que o ICTEBA
(Instituto de Auditores
e Perícia Técnica da Bahia), inaugurou hoje (20/08/2004), a 13ª Câmara do
Tribunal Arbitral - Regional Eunápolis, situado à Av Duque de Caxias, 51
Centro. A cerimônia de inauguração
contou com a presença do Presidente do ICTEBA, José Carlos Travessa de
Souza e o Presidente do Conselho Curador - ICTEBA, Antônio Fernando
Lima dos Santos. A classe contábil e empresarial de Eunápolis compareceu
em massa para prestigiar esse grande acontecimento, que por cetro, irá
trazer muitos benefícios ao município e região.
A 13ª Câmara será comandada
pelos árbitros: Marcos Eriberto Moreno de Freitas (contador), Nelson
Carlos Moreno de Freitas (advogado) e José Roque Silva Batista (contador).
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