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Dois fatores foram
essenciais para o investimento e o conseqüente desenvolvimento do rádio: a
disputa de novos mercados para a produção industrial em expansão, após a
Primeira Grande Guerra, e a salvaguarda da vida no mar. Das interferências
e ruídos dos primeiros aparelhos de rádio, pesados, enormes e à válvula,
aos pequenos, leves e modernos rádios de transistores, muita pesquisa e
empenho foi necessário.
Dois nomes foram de extrema importância para o desenvolvimento do rádio.
Segundo registra a história e a data de registro da patente, o italiano
Guglielmo Marconi foi o responsável pela invenção do rádio. No entanto,
também se cogita que um padre brasileiro, chamado Roberto Landell de
Moura, teria sido o primeiro a transmitir a voz humana sem auxílio de
fios. A patente para o seu invento, no entanto, só foi conseguida depois
que Marconi já havia patenteado sua invenção.
No Brasil, a primeira transmissão radiofônica aconteceu no dia sete de
setembro de 1922, em um evento de comemoração pelo aniversário de 100 anos
da independência. Uma estação de rádio foi instalada no Corcovado e, além
de música, emitiu o discurso do então presidente da República, Epitácio
Pessoa. Em 1923, foi fundada por Roquete Pinto a primeira emissora de
rádio do país: a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.
O profissional de
Radialismo é responsável por criar, produzir e dirigir programas para
rádio e televisão. Para isso o radialista deve ter conhecimentos de
conceitos de Comunicação Social e de procedimentos técnicos da atividade
profissional.
O radialista também
produz textos para televisão e rádio e trabalha com narração e comentário.
Este profissional pode exercer as funções de comunicador social em
emissoras de TV e rádio, pode escrever ou adaptar roteiros, além de
organizar e dirigir programas de rádio e televisão.
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