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Um sistema diferenciado para matricular pessoas selecionadas e indicadas pelo
MST - o que significa homens e mulheres que não acreditam no processo
democrático e consideram indispensável a guerrilha violenta para tomar o poder e
realizar seu programa – está sendo implantado em 10 universidades brasileiras. A
l1ª deverá ser a Universidade de São Paulo, onde está ocorrendo uma discussão em
seus órgãos técnicos, aparentemente por causa de um detalhe: o MST exige, além
da dispensa do vestibular, exames orais no lugar de provas escritas.
Além do seu próprio centro de doutrinação marxista (Escola Nacional
Florestan Fernandes), o MST já conseguiu fazer convênio para ter cursos nas
seguintes universidades federais – Rondônia, Ceará, Rio Grande do Norte, Pará,
Sergipe a Paraíba - e estaduais da Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Mato
Grosso. A próxima deverá ser a USP, a maior universidade brasileira, onde a
proposta já transita nos órgãos técnicos.
O chefe nacional Pedro Stédile, que se considera a reencarnação de Lênin e
se prepara para, a qualquer momento, tomar Brasília – sem eleições! - considera
esses convênios com universidades uma das chaves do seu plano. |