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05/04/2006 - Da redação/Por D. Braga

Eunápolis: Ministério Público quer a suspensão do contrato entre o Município e o Hospital AMES

 

 

O Ministério Público estadual, através de um dos seus representantes em Eunápolis, Dinalmari Mendonça - Promotor de JustiçaDinalmari Mendonça Messias, Promotor de Justiça,  propôs uma ação civil pública com pedido de liminar para a imediata suspensão do contrato entre a Prefeitura Municipal de Eunápolis e a empresa Macro Construtora Ltda (reforma do Hospital Regional) e do contrato de locação com o hospital AMES - Assistência Médica do Extremo Sul Ltda, pertencente ao ex-prefeito Gediel Sepúlvida Pereira.

Um dos motivos da reclamação é o desrespeito do Município pelas competências do Conselho de Saúde.
Este é um trecho da ação proposta pela Promotoria:

"9- O desrespeito às competências do Conselho é confessado pelo próprio secretário de saúde do Município, que como já foi dito acima, é também o presidente do Conselho Municipal de Saúde, consoante se vê de suas declarações às fls. 144/145, onde informa que não foi submetida a apreciação do Conselho a obra do Regional, nem o contrato firmado com o AMES e que também não houve comunicação oficial ao Conselho desses atos administrativos, apesar de ter afirmado que como secretário ele tivesse conhecimento. Esclarece que o embargo temporário do Hospital foi aprovado por maioria de cerca de 80% dos conselheiros e que só foi votado, sem estar na pauta, porque houve insistência dos conselheiros, o que faz presumir que se fosse pela vontade dele não colocaria esse embargo em votação. Tanto é que sua suplente, que também participou da reunião, como já expendido no item 04, “supra”, apresentou proposta vencida de que não houvesse o embargo.  Também em suas declarações presta informações inverídicas ao dizer que não houve deliberação do Conselho acerca do envio de documento ao Governo do Estado, conforme se vê da ata da sessão do dia 20.04.2005(fls. 157/160) , bem como das declarações anexas dos Conselheiros Municipais Valdeli Alves Mota, Eliete Ribeiro e Manoel Alvino de Christo(fls. 151/156), que inclusive informam também que não foi cumprido o embargo temporário da obra do Hospital".

 
Clique na pasta e baixe a ação completa.
 
Caso não consiga baixar, clique na pasta e instale o  ADOBE em sua máquina.
 
Veja também: MP combate abusos nas licitações de Eunápolis
 

         

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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