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Insensatez do Ministro Humberto Costa atinge novo limite:
agora o Ministério da Saúde vai decidir que pacientes necessitados terão
prioridade para internações em UTI. Depois
de
alterar os critérios para a fila de transplantes (que está revoltando
médicos e pacientes), o Ministério decidiu regular que doentes irão à UTI
e quais morrerão se não receberem tratamento intensivo. Em vez de criar
vagas em UTI em número suficiente para a demanda, o Ministro Humberto
Costa lança a loteria da morte.
O ministro Humberto Costa devia decidir entre ambulâncias (veículos
em cuja aquisição estão envolvidos muitos interesses e rendem repercussão
eleitoral, pois são distribuídas às prefeituras) e leitos de UTI, a maior
premência dos serviços de pronto-socorro do País. Sem pedir tempo para
pensar, o Ministro decidiu rapidamente: nada de suspender a compra das
ambulâncias. Quanto à UTI, planejou a chamada “burocratização da morte”.
Ou seja, os pacientes, ao se apresentarem no atendimento de emergência do
SUS, serão avaliados por vários critérios (que valerão pontos) e receberão
a sentença de “morte ou atendimento”. Quem tiver mais pontos, será
internado.
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