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| 11/05/2006 -
ABr -
Iolando Lourenço |
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Confira os nomes dos
deputados que serão investigados por suspeita de fraudes
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Brasília – A Mesa Diretora da Câmara
dos Deputados decidiu investigar 16 dos 63 deputados mencionados no
documento da Justiça Federal como possíveis envolvidos em fraudes da
compra superfaturada de ambulância por meio de emendas
parlamentares. Leia a seguir a lista completa dos deputados que
serão investigados, dos parlamentares cujos processos serão
arquivados e os que terão de aguardar informações adicionais:
Deputados que tiveram o nome citado pela Polícia Federal como
recebedores de dinheiro e que serão investigados pela Comissão de
Sindicância da Corregedoria da Câmara:
1. Almir Moura (PL-RJ)
2. Fernando Gonçalves (PTB-RJ)
3. Isaías Silvestre (PSB-MG)
4. João Batista (PP-SP)
5. João Corrêa (PMDB-AM)
6. Marcos Abramo (PP-SP)
7. Maurício Rabelo (PL-TO)
8. Neuton Lima (PTB-SP)
9. Paulo Baltazar (PSB-RJ)
10. Professor Irapuan Teixeira (PP-SP)
11. Reinaldo Gripp (PL-RJ)
12. Ricarte de Freitas (PTB-MT)
13. Vieira Reis (PMR-RJ)
14. Welington Fagundes (PL-MT)
15. Zelinda Novaes (PFL-BA)
16. Reginaldo Germano (PP-BA)
Deputados que não foram claramente identificados pelas gravações da
Polícia Federal. A Câmara solicitou informações adicionais para
identificá-los:
1. Benedito
2. Heleno
Deputados que não serão investigados, porque, segundo a análise da
Mesa Diretora da Câmara, não foram constatados indícios nos
documentos da Polícia Federal:
1. Amauri Gasques (PL-SP)
2. Cleonâncio Fonseca (PP-SE)
3. Coriolano Sales (PFL-BA)
4. Dr. Ribamar Alves (PSB-MA)
5. Edson Ezequiel (PDT-RJ)
6. Eduardo Gomes (PSDB-TO)
7. Eduardo Paes (PSDB-RJ)
8. Enivaldo Ribeiro (PP-PB)
9. Fernando Estima (PPS-SP)
10. Itamar Serpa (PSDB-RJ)
11. Jefferson Campos (PMDB-SP)
12. João Caldas (PL-AL)
13. José Divino (PMR-RJ)
14. José Militão (PTB-MG)
15. Juíza Denise Frossard (PSDB-RJ)
16. Junior Betão (PL-AC)
17. Laura Carneiro (PFL-RJ)
18. Lino Rossi (PP-MT)
19. Marcelino Fraga (PMDB-ES)
20. Marcelo Ortiz (PV-SP)
21. Mário Negromonte (PP-BA)
22. Nelio Dias (PP-RN)
23. Nelson Bornier (PSB-RJ)
24. Osmânio Pereira (PTB-MG)
25. Paulo Magalhães (PFL-BA)
26. Pedro Henry (PP-MT)
27. Raimundo Santos (PL-PA)
28. Reinaldo Betão (PL-RJ)
29. Robério Nunes (PFL-BA)
30. Rodrigo Maia (PFL-RJ)
31. Severiano Alves (PDT-BA)
32. Silas Câmara (PTB-AM)
33. Thelma de Oliveira (PSDB-MT)
34. Vanderley Assis (PP-SP)
35. Vanderval Santos (PL-SP)
36. Wellington Roberto (PL-PB)
Deputados que tiveram funcionários presos pela Polícia Federal, mas
a Corregedoria da Câmara aguarda informações para tomar
providências:
1. Dr. Benedito Dias (PP-AP)
2. Edna Macedo (PTB-SP)
3. Eduardo Seabra (PTB-AP)
4. Elaine Costa (PTB-RJ)
5. João Mendes (PSB-RJ)
6. Pr. Pedro Ribeiro (PMDB-CE)*
Deputados que tiveram funcionários acusados de receber dinheiro, mas
que as investigações ainda não identificaram se eles agiam em nome
do deputado:
1. Alceste Almeida (PTB-RR)
2. João Magalhães (PMDB-MG)
3. Nilton Capixaba (PTB-RO)
*este deputado não estava incluído no documento da Polícia
Federal. Ele esta na lista que aguardava informações adicionais |
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10/05/2006 -
PF já conhece suspeitos de fraudar
ambulâncias
(Jornal
da Mídia/Parceiro) |
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A assessora do Ministério da Saúde
Maria da Penha Lino entregou hoje para a Polícia Federal e
Ministério Público Federal um CD-ROM contendo os nomes de todos os
parlamentares que apresentaram emendas ao Orçamento para realizar a
compra superfaturada de ambulâncias. A informação foi dada por seu
advogado, Eduardo Mahon.
Segundo Mahon, o CD contém também o número de ambulâncias e ônibus
comprados por esse esquema, as prefeituras que receberam esses
veículos, o autor da emenda parlamentar e o responsável pela entrega
dos equipamentos superfaturados.
Em depoimento para a Polícia Federal, Maria da Penha indicou em uma
lista o nome de 170 parlamentares que supostamente teriam recebido
propina para apresentar emendas ao Orçamento.
A assessora foi presa na semana passada pela Polícia Federal durante
a "Operação Sanguessuga", que resultou na prisão de 47 pessoas
--sete estão foragidos.
Os presos são acusados de fornecer ambulâncias e ônibus a preços
superfaturados para diversas prefeituras. O esquema, que teria
movimentado R$ 110 milhões, seria sustentado por emendas ao
Orçamento.
A PF não divulgou os nomes apresentados pela assessora da Saúde.
Conforme a PF, o esquema de fraude funcionava com a empresa Planam,
de Mato Grosso, elaborando projetos para fornecimento de ambulâncias
a prefeituras. |
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09/05/06 - Lista de
deputados suspeitos de envolvimento em fraudes em
licitações para compra de ambulâncias e equipamentos
médicos:
Diário
News |
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O Ministério Público Federal divulgou lista de
deputados suspeitos de envolvimento em fraudes em
licitações para compra de ambulâncias e equipamentos
médicos:
Alceste Almeida (PTB-RR)
Amauri Gasques (PL-SP)
Benedito de Lira (PP-AL)
Benedito Dias (PP-AP)
Carlos Rodrigues (PL-RJ)
César Lauro
Cleonâncio Fonseca (PP-SE)
Edna Macedo (PTB-SP)
Elaine Costa (PTB-RJ)
Enivaldo Ribeiro (PP-PB)
Fernando Gonçalves (PTB-RJ)
Heleno Silva (PL-SE)
Irapuan Teixeira (PP-SP)
Isaías Silvestre (PSB-MG)
Itamar Serpa (PSDB-RJ)
Gilberto Nascimento (PMDB-SP)
João Batista (PFL-SP)
João Caldas (PL-AL)
João Correia (PMDB-AC)
João Magalhães (PMDB-MG)
João Mendes de Jesus (PSB-RJ)
José Divino (PRB-RJ)
José Militão (PTB-MG)
Junior Betão (PL-AC)
Laura Carneiro (PFL-RJ)
Lino Rossi (PP-MT)
Eduardo Seabra (PTB-AP)
Marcos Abramo (PFL-SP)
Mario Negromonte (PP-BA)
Mario Nunes (PFL-BA)
Mauricio Rabelo (PL-TO)
Nélio Dias (PP-RN)
Newton Lima (PTB-SP)
Nelson Bornier (PMDB-RJ)
Nilton Capixaba (PP-RO)
Osmânio Pereira (PTB-MG)
Paulo Magalhães (PFL-BA)
Paulo Baltazar (PSB-RJ)
Pedro Henry (PP- MT)
Pedro Ribeiro (PMDB-CE)
Raimundo Santos (PL-PA)
Reginaldo Germano (PP-BA)
Ribamar Alves (PSB-MA)
Ricarte de Freitas (PTB-MT)
Robério Nunes (PFL-BA)
Ronivon Santiago (PP-AC)
Silas Câmara (PTB-AM)
Severiano Alves (PDT-BA)
Thelma de Oliveira (PSDB-MT)
Vieira Reis (PRB-RJ)
Welington Roberto (PL- PB) |
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04/05/06 - Mais de 70 prefeituras
fraudaram compra de ambulâncias em todo o país
ABr |
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Brasília – A Polícia Federal
desarticulou uma quadrilha que
fraudava licitações para compra
de ambulâncias, unidades móveis
de tratamento intensivo e
equipamentos hospitalares. O
esquema tinha integrantes que
atuavam dentro do Congresso
Nacional, do Ministério da
Saúde, nas prefeituras e em uma
associação de municípios do Mato
Grosso. A operação abriu mais de
140 inquéritos sobre 76
municípios, envolvendo mais de
mil ambulâncias, que custavam em
média R$ 100 mil. Até agora, 46
pessoas foram presas.
Segundo o diretor regional da
Polícia Federal em Cuiabá,
Tardeli Boaventura, a denúncia
foi feita pelo ex-ministro da
Controladoria Geral da União
Waldir Pires. O diretor explica
que a quadrilha atuava em todas
as regiões do país, mas tinha
base no Mato Grosso. A atuação
da quadrilha possuia três
frentes: junto às prefeituras
para fraudar licitações, no
Congresso Nacional para elaborar
emendas parlamentares e no
próprio Ministério da Saúde para
liberação de recursos.
Um integrante da quadrilha
oferecia o serviço aos
prefeitos, dizendo ter "bom
trânsito" na Câmara e no Senado.
Os assessores cuidavam para que
os parlamentares elaborassem uma
emenda específica para o
município deste prefeito. A
terceira pessoa era a assessora
do Ministério da Saúde,
responsável por agilicar o
processo e colher a assinatura
do ministro ou do
secretário-executivo para
liberar as verbas.
"A quadrilha tinha 23 empresas
fantasmas para fraudar
licitações e fingir
concorrência. A quadrilha
recebeu no total R$ 110 milhões
e deve ter desviado cerca de R$
50 milhões. Além de
superfaturamento, eles
entregavam as ambulâncias sem os
equipamentos previstos da UTIs",
explica o delegado. |
Alessandra Bastos
Repórter da Agência Brasil |
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04/05/06 - Prisões da PF incluem 11 assessores
parlamentares
Jornal
da Mídia/Parceiro |
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Brasília - A
Polícia Federal (PF) informou há pouco que, das 45 pessoas presas
até aqui pela Operação Sanguessuga, 11 são assessores parlamentares,
duas são assessores do Ministério da Saúde e uma trabalha no
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Elas
são acusadas de crimes contra a ordem tributária, formação de
quadrilha, fraude em licitação e corrupção ativa e passiva. O
esquema teria movimentado R$ 110 milhões.
Os assessores, de acordo com a assessoria de imprensa da PF,
pertencem aos gabinetes do senador Ney Suassuna (PMDB-PB) e dos
deputados Pastor Pedro Ribeiro (PMDB–CE), Vieira Reis (PRB-RJ),
Nilton Capixaba (PTB-RO), Maurício Rabelo (PL-TO), Elaine Costa
(PTB-RJ, licenciada), Edna Macedo (PTB-SP), Eduardo Seabra (PTB-AP)
e João Mendes (PSB-RJ), além de um ex-assessor do gabinete do
ex-deputado Ronivon Santiago (AC). A lista também inclui Ronivon e
outro ex-deputado federal – Carlos Alberto Rodrigues Pinto, o Bispo
Rodrigues (RJ).
A Operação Sanguessuga foi deflagrada na manhã de hoje (4) para
cumprir mandados de prisão, busca e apreensão em quatro estados
(Acre, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Amapá) e no Distrito Federal.
Segundo a PF, o esquema começava no Congresso Nacional, durante a
votação de emendas parlamentares ao Orçamento da União, para a
compra de ambulâncias nos municípios.
O órgão informa que a investigação começou há cerca de dois anos e
meio, a partir de denúncia do Ministério Público do Mato Grosso.
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04/05/06 - Ex-deputado e mais 15 são presos
por corrupção ativa
Jornal
da Mídia/Parceiro |
Brasília -
A Polícia Federal deflagrou, às 6 horas da manha de hoje, a
Operação Sangusssuga, para cumprir 70 mandados de prisão,
busca e apreensão em quatro estados (Acre, Mato Grosso Rio e
Amapá) e no Distrito Federal.
Já foram presos 16 pessoas - 15 em Brasília, dentre elas o
empresário Marco Antonio Lopes, e uma no Acre, o ex-deputado
Ronivon Santiago. Os detidos em Brasília foram levados para
a carceragem da Superintendência da Polícia Federal.
Entre os presos estão servidores públicos e assessores
parlamentares. Eles são acusados de crimes contra a ordem
tributária, formação de quadrilha, fraude em licitação e
corrupção ativa e passiva.
Setenta equipes da PF trabalham para cumprir os mandados de
prisão. Em Brasília, cem policiais foram divididos em 22
equipes. Segundo a assessoria de imprensa da PF, há mais
prisões para serem executadas, inclusive a de outro
ex-deputado, cujo nome não foi informado.
Segundo a PF o esquema começava no Congresso Nacional,
durante a votação de emendas parlamentares ao Orçamento da
União. O então deputado Ronivon Santiago, do Acre,
apresentava uma emenda para a liberação de recursos para a
compra de ambulâncias no Mato Grosso.
O empresário Marco Antonio Lopes atuava junto às prefeituras
que seriam beneficiadas, para favorecer empresas em que
tinha interesse, de modo que ganhassem as licitações para a
compra de ambulâncias.
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Juliana Andrade, da
Agência Brasil |
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