Certidões  I. Renda  Inss  Fgts Pgfn  Faz. Estadual - BA P.Judiciário Service
mail: sitepopular@sitepopular.com.br
 
Documento MENU DESALTO LINKS
                
Arquivo de Notícias
Bate-papo Sitepopular
Brasilsites
Carros
Compra e venda 
Compra: comparar preço
Conversor de Moedas
Culinária
Download
Emprego
Esporte
Fale conosco
Finanças
Guia de viagem
Hora certa no mundo
Horóscopo
Humor
Informática
Jogos
Jornais
Lista Telefônica e CEP
Loterias
Medicina & Saúde
Mundo Animal
Municíp.-Dinheiro Feder
Música
Notíc. nacionais / intern.
Política
Previsão do Tempo
Religiões
Serviços
Sistema Monetário Brasil
Social
ELEIÇÕES 2004

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

15/04/2005 12:40 - ACM disse que, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva "dança na África, os sem-terra dançam no Ministério da Fazenda"

                                                               
 

 

Da redação - sitepopular

 

Senador protesta contra permissividade política que estimulou ocupação do prédio do Ministério da Fazenda

 

ACM disse que a falta de autoridade do governo compromete a vida do cidadão

O senador Antonio Carlos Magalhães afirmou ontem, no plenário do Senado, que a invasão do prédio do Ministério da Fazenda por manifestantes do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), ocorrida ontem, em Brasília, foi uma demonstração de falta de autoridade do governo federal. ACM disse que, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva "dança na África, os sem-terra dançam no Ministério da Fazenda", comandado por Antônio Palocci, que viajou para os Estados Unidos. "É uma demonstração de falta de autoridade, é uma demonstração de que estamos próximos do caos", advertiu o líder político baiano.

Os manifestantes chegaram a ocupar o andar em que fica o gabinete do ministro da Fazenda durante a invasão, que durou cerca de seis horas. Foram 1.200 militantes do MLST que empreenderam a ação, a propósito de cobrar liberação de recursos para a reforma agrária. "É uma situação vexatória", lamentou o senador baiano, classificando a ação como grave. "Quando não há polícia, não há Forças Armadas para defender o próprio governo, que dirá as casas dos cidadãos, as casas dos próprios congressistas, as casas de todos nós", enfatizou ACM.

O líder político baiano disse que, se o governo federal não melhorar a relação com os militares, invasões como a ocorrida ontem, no Ministério da Fazenda, serão uma rotina no país. "Se as Forças Armadas também estão deixando, é uma reação ao governo. Não pense ele que está bem com as Forças Armadas coisa alguma. Nós queremos que ele esteja bem com os militares. Nós queremos que ele (o governo) respeite as Forças Armadas e não fique descompondo a toda hora, como vem fazendo", declarou.

ACM apoiou a reivindicação dos militares de reajuste salarial, conforme prometido ano passado pelo ex-ministro da Defesa, José Viegas. "Nós queremos que ele (o governo federal) pague decentemente a todos os brasileiros, mas também aos militares", salientou o senador baiano. Ele lembrou que, na próxima semana, será a vez do Exército, Aeronáutica e Marinha protestarem em Brasília contra defasagem salarial. E que o Palácio do Planalto precisa contar com a confiança das Forças Armadas.

"Em quem vai confiar finalmente este governo? Com esta bancada do PT, que não vem sequer ao plenário num dia grave como este?", questionou o senador. ACM afirmou que o PT "está levando o país a uma situação de gravidade que só não enxerga o presidente Lula, porque está feliz com as delícias das viagens no Aerolula, dançando com os africanos, o que talvez seja a única coisa que ele sabe fazer", frisou o líder político baiano, que defendeu uma reação do Congresso Nacional.

"A reação do Congresso tem de existir. É melhor cair de pé do que ficar de joelhos. E nós estamos ficando de joelhos perante os movimentos revolucionários insuflados pelo governo. Precisamos reagir. A reação, no caso, é um dever. Nós temos de mostrar o quanto, nesta Casa, que existe Congresso, e este é obrigado a fazer com que o governo aja. Se o governo não age, evidentemente, é porque quer que a anarquia tome conta da nação. Mas nós, como representantes do povo, temos o dever de querer a ordem", enfatizou.

ACM disse que é dever do Congresso zelar pela sociedade. "Ninguém quer a pobreza. O projeto Fome Zero está parado. As famílias estão morrendo de fome aqui e ali, e o governo passeando no Aerolula e brincando nas embaixadas. Não é isso que se quer. Ou ganha a autoridade moral ou este governo, que já se julga reeleito e até perpetuado no poder - está enganado -, será apeado do poder pelo voto. Mas, se não for pelo voto, será por aqueles que têm dignidade de reagir de qualquer maneira, para que o Brasil não viva a desordem que vive", enfatizou o senador.

         

       

 

 Fonte: Correio da Bahia

 

 

Os assuntos assinados são de responsabilidade dos  autores

 
 
 
 

 

 

 

 
 

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

    Parceiros:|  O Xarope.com  | Opositivo.net
 © 2003 - 2004 Sitepopular.com.br Todos os direitos reservados