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08/11/2011 - Sitepopular

 

Polícia Militar desocupa reitoria da USP e prende estudantes

 

 

Brasília – O processo de reintegração de posse da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) gerou hoje (8) conflitos entre a Polícia Militar (PM) e estudantes da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciência Humanas (FFLCH), que ocupam o prédio há uma semana. Por volta das 5h20 desta manhã, cerca de 400 policiais do Batalhão de Choque tentaram retirar mais de 150 estudantes que estavam no local. Um grupo resistiu e agrediu verbalmente os policiais, que reagiram tentando contê-los. Sessenta e três estudantes foram presos.

A ocupação dos estudantes é motivada por uma campanha para que policiais militares não permaneçam no campus da universidade. A assessoria da PM informou que os policiais ficarão na reitoria até a saída de todos os estudantes. Os conflitos se intensificaram por volta das 6h da manhã. Alguns estudantes, segundo a assessoria, foram detidos momentaneamente.

Ontem (7), os estudantes que estavam acampados na USP decidiram, em assembleia, manter a ocupação do prédio da reitoria – que começou no dia 1º. A decisão foi tomada minutos antes do prazo dado pela Justiça para a desocupação do prédio sem o uso de força policial.

De acordo com a determinação judicial, os estudantes que pedem a saída da PM do campus deveriam ter deixado o prédio até as 23h de ontem. Por isso, com o descumprimento da decisão, a reintegração de posse ocorre com a ajuda da polícia.

Os universitários querem garantias da USP de que não haverá processo administrativo contra os estudantes que ocuparam o prédio da reitoria. Mas houve sinalizações da direção da universidade de que haverá processos contra os responsáveis por depredação do patrimônio da instituição.

Paralelamente, a administração da USP se comprometeu a incluir os alunos nos debates para o aperfeiçoamento do convênio com a Polícia Militar e rever os processos administrativos envolvendo os estudantes e funcionários. A polícia passou a fazer a segurança da universidade após a morte de um aluno em uma tentativa de assalto dentro do campus. (ABr)

 

06/11/2011 - Sitepopular
Prazo para desocupação da USP é prorrogado para segunda-feira (07) 23h00
 

São Paulo - Representantes dos estudantes que ocupam a reitoria da Universidade de São Paulo (USP) desde a última terça-feira (1º) e membros da direção da instituição chegaram a um acordo no início da tarde de hoje (5). O prazo para a saída dos estudantes, determinado pela Justiça para as 17h deste sábado, foi prorrogado para as 23h da próxima segunda-feira (7). Caso a reintegração não ocorra até o horário estabelecido, o acordo prevê o uso de força policial.

A USP se comprometeu a dialogar com os estudantes, a religar a luz, a internet e a água. Os estudantes aceitaram antecipar para segunda-feira a assembleia geral, inicialmente marcada para a próxima quarta-feira (9).

O acordo foi mediado pela juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9ª Vara da Fazenda Pública Central de São Paulo, que havia determinado a desocupação do prédio na última quinta-feira (3).

Entre outras reivindicações, os estudantes querem que a USP revogue o convênio firmado com a Polícia Militar (PM) para fazer a segurança dentro do campus. No entanto, há alunos que defendem o patrulhamento da PM. Eles fizeram uma manifestação na última terça-feira, convocada por meio das redes sociais, para apoiar a presença da polícia na segurança da Cidade Universitária.

A manifestação ocorreu na Praça do Relógio e reuniu cerca de 200 alunos. Os organizadores do movimento favorável ao policiamento no campus alegam que “a presença da Polícia Militar é necessária” por causa da falta de preparo da Guarda Universitária para exercer o trabalho de segurança do local. (ABr)

 

05/11/2011 - Sitepopular

Força policial pode ser usada contra estudantes da USP

 

Os manifestantes que ocupam o prédio da reitoria da USP (Universidade de São Paulo) desde a última quarta-feira (2) têm até as 17h deste sábado para deixar o local. Na tarde de ontem (4), um oficial de Justiça entregou aos estudantes o documento de reintegração de posse do edifício.

Os estudantes também foram intimados pela juíza Simone Gomes a comparecer às 10h de hoje a uma audiência de conciliação no Fórum Hely Lopes Meirelles, no centro de São Paulo. Dois representantes dos manifestantes devem ser nomeados para esse encontro.

Caso a reintegração não ocorra no prazo, a Justiça autorizou, como "medida extrema", o uso de força policial.

Na tarde de ontem (4), os estudantes que invadiram a reitoria se reuniram com representantes da universidade, mas não houve acordo. Na reunião, a reitoria propôs a criação de dois grupos de trabalho mistos --de funcionários, estudantes e representantes da reitoria.

Segundo a administração, o primeiro grupo analisaria os processos administrativos que correm contra alguns funcionários e alunos. O segundo, que deve contar com a participação de pesquisadores do Núcleo de Estudos da Violência e do Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas da universidade, visa discutir "o plano de trabalho que vai integrar o convênio assinado entre a Universidade e a Polícia Militar". (Folha.com)

 
 

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Comentários (02)

 
08/11/2011 - Julio Gom: "O comunismo é intrinsecamente perverso"(Papa Pio XI, Encíclica Divini Redemptoris).
O marxismo, segundo o Ministro Mário Vieira de Mello em seu livro “Desenvolvimento e Cultura”, “descarta e reduz cinco mil anos de existência histórica, numa ruptura completa com o passado e numa negação absoluta de todos os valores culturais tradicionais. A adoção do marxismo pela ‘intelligentzia’ brasileira – procurando resolver de maneira radical o problema da Persona no niilismo e na auto-destruição – constitui assim uma negação de toda cultura e, na realidade, uma negação da própria inteligência” (Meira Penna, op. cit., pg. 173).
 
06/11/2011 - Lucas: "Aprendi que um jovem cristão deixa de ser jovem, e há muito não é cristão, quando se deixa seduzir por doutrinas ou ideologias que pregam o ódio e a violência... Aprendi que um jovem começa perigosamente a envelhecer, quando se deixa enganar pelo princípio fácil e cômodo de que o fim justifica os meios , quando passa a acreditar que a única esperança para melhorar a sociedade está em promover a luta e o ódio entre grupos sociais, na utopia de uma sociedade sem classes, que se revela bem cedo na criação de novas classes" (Papa João Paulo II, em 1980).

"O marxismo é o ópio dos intelectuais" (Raymond Aron).
 
 
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