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31/05/2011 - Sitepopular / Ascom-PC | ||||||||
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Grande organização criminosa e desbaratada em Camacan | ||||||||
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Investigações conduzidas pela Secretaria da Segurança Pública – a partir de indícios levantados pelo Ministério Público Estadual – sobre a atuação em Camacan de uma organização criminosa, liderada pelo delegado titular do município, Jackson Silva, e pelo major PM José Silvério de Almeida Neto, resultaram em suas prisões e nas de seis investigadores (um deles já aposentado), duas escrivães, um sargento e dois soldados PMs, além de três empresários da região. Peculato, extorsão, tráfico de drogas, homicídios e receptação de carga roubada estão entre os delitos atribuídos à quadrilha. A operação Esfinge, desencadeada conjuntamente pela SSP e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e de Investigações Criminais (Gaeco) do Ministério Público, teve início, na madrugada desta terça-feira (31), para o cumprimento de 21 mandados de prisão e 25 de busca e apreensão. Um balanço parcial da operação foi apresentado à imprensa às 16h30min, em Ilhéus, pelo diretor do Departamento de Polícia do Interior, delegado Edenir Macedo, pela promotora Ediene Louzado, do Gaeco, e pelo corregedor-geral da Polícia Militar, coronel Marconi Calmon do Nascimento. O delegado geral adjunto, Bernardino Brito Filho, e o delegado Jackson Carvalho, corregedor adjunto da Corregedoria da Policia Civil, participaram da operação, realizada por cerca de 100 policiais civis, dentre eles investigadores da Coordenação de Operações Especiais (COE), e 31 policiais militares, sendo 15 do Batalhão de Choque, nove do Comando de Missões Especiais e sete da Corregedoria. Três equipes da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), empenhadas no combate à sonegação fiscal, acompanharam o cumprimento dos mandados de busca e apreensão relativos ao desvio de mercadorias e documentos. Além do delegado Jackson Silva e do major PM José Silvério, foram presos em Camacan os investigadores Carlos Jorge Silva Góes, Clévison José Alves Rocha, Laílson Monteiro Lobo, Paulo César de Oliveira, Thales Santos Carvalho e João Oliveira Larcher (aposentado), as escrivães Carla Cristina Brito Félix e Tatiane Ribeiro Tanajura. Também estão presos o sargento PM Lauro Antônio Oliveira Ferraz, os soldados Lúcio Lima Viana e Matheus Ferraz Costa e os empresários atacadistas, os irmãos Edvan Ribeiro Santana e José Ivan Ribeiro Santana, e José Siqueira Silva. A operação conjunta da SSP e do Gaeco resultou ainda em sete prisões em flagrante, duas por peculato (apropriação ou desvio de bem público ou sob responsabilidade do poder público) e cinco por porte ilegal de arma, segundo informou a corregedora-chefe da Polícia Civil, delegada Iracema Silva de Jesus. Foram apreendidos dez revólveres, quatro rifles, uma carabina, uma pistola, mais de 200 munições de calibres variados e cinco carros e motocicletas com evidentes sinais de adulteração. As investigações sobre as atividades da quadrilha em Camacan e adjacências tiveram inicio em novembro do ano passado. Os servidores das polícias Civil e Militar integrantes do esquema criminoso serão encaminhados para as respectivas corregedorias, em Salvador. Já os empresários ficarão à disposição da Justiça no Presídio Regional de Ilhéus. | ||||||||
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31/05/2011 - Sitepopular / Por: Seu Pimenta | ||||||||
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Policiais presos na "Operação Esfinge" | ||||||||
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Policiais militares e empresários foram presos em Camacan e Ilhéus, no sul da Bahia, na Operação Esfinge. Os detidos foram levados para a sede da 7ª Coorpin, em Ilhéus, e deverão ser encaminhados para a sede da Polícia Civil em Salvador. As acusações vão de crimes de extorsão a homicídio, formação de quadrilha e tráfico de drogas. A delegacia de polícia civil de Camacan acabou interditada nesta manhã, após o delegado Jackson Silva, seis agentes e escrivãs serem detidos na Operação Esfinge. Ainda na cidade localizada às margens da BR-101, foram presos o Major Silvério, que comanda a Companhia Independente da PM, um sargento e dois soldados da Polícia Militar. A operação foi deflagrada pela Polícia Civil e Ministério Público estadual e conta com o auxílio da Força Nacional de Segurança Pública. Um dos empresários presos na operação, Edvan Ribeiro, é acusado de matar a esposa, Kátia Cristina Lima. | ||||||||
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Comentários (05) | ||||||||
| 01/06/2011 - Honesta: Muito boa, marginais tem que irem para cadeia mesmo. | ||||||||
| 01/06/2011 - R. Matos: Até que enfim, estamos vendo a policia agir com firmeza contra os marginais qu tambem festem farda, | ||||||||
| 01/06/2011 - Absurdo: É um absurdo quando "JULGAMOS" antes mesmo do resultado das investigações, pois, até que se prove são chamados de suspeitos e não de "REU". Infelizmente, montaram-se um circo, pelo discrédito que algumas autoridades que não tem no municipio e gosta de chamar a atenção, jogando a "POPULAÇÃO" contra os policiais. | ||||||||
| 31/05/2011 - José: Gostei do trabalho do ministério publico tem que apreender esses vagabundo bom trabalho era pra ser feito há muito tempo valeu. | ||||||||
| 31/05\2011- Condores: E na prefeitura que estão os grandes chefes do crime organizado os verdadeiros bandidos o qual nós depositamos nossa confiança são os que nós roubam, e que comandam todo o crime organizado da cidade quero ver se fizer um pente fino na prefeitura são vai ficar mesmo uns 5 funcionários dignos de serem brasileiros honestos e trabalhadores. | ||||||||
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