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10/11/2008 - Sitepopular

 

Eunápolis: "Nen Bahia" é condenado a 16 anos de reclusão

 
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Eunápolis - O julgamento de "Nen Bahia" acusado de assassinar o fazendeiro Claudionor Ferreira Vargens, começou exatamente às 9h00 desta segunda-feira, 10/11), e encerrou às 22h00. O acusado foi condenado à 16 anos de reclusão em regime fechado e deverá cumprir a pena no presídio de Teixeira de Freitas Bahia. O crime aconteceu em 06 de abril de 1988. Presidiu o julgamento o MM. Juiz Otaviano Andrade de Souza Sobrinho, a acusação ficou por conta do Promotor de Justiça João Alves da Silva Neto e seu assistente, filho da vítima, o advogado Arnoldo Prado e como advogado de defesa, atuou o Dr Luiz Carlos Rezende, vindo do Mato Grosso.

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01/09/2008 - Sitepopular

 

Eunápolis  - "Nen Bahia" acusado de homicídio já está na Bahia

 

Acusado de um homicídio ocorrido há duas décadas, no município de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, Hidelbrando Gonçalves Santos, também conhecido por “Nen Bahia”, de 61 anos, foi capturado na cidade de Primavera do Leste, em Mato Grosso, tendo sido encaminhado para a sede da Polinter, em Salvador. Ainda esta semana, o homicida será recambiado para a cidade de Eunápolis, e entregue à Justiça, que analisará a situação processual penal do acusado em relação à nova lei que acaba com a prescrição de crimes ocorridos há mais de 20 anos.
    A vítima, o fazendeiro Claudionor Ferreira Vargens, foi executado com cinco tiros ao descobrir que Hidelbrando, que era tido como filho adotivo, havia vendido cerca de 300 bois sem o consentimento do dono. Ao tomar conhecimento do crime, a Polícia Civil de Eunápolis iniciou as investigações, conseguindo prender Hidelbrando, mas ele fugiu três anos depois, antes de ser julgado.
    O homicídio aconteceu no dia 6 de abril de 1988, quando Hidelbrando, em companhia de outro homem, convenceu Claudionor Ferreira a fazer uma viajem para comprar boi numa fazenda da região. Sem desconfiar que se tratava de numa cilada, o fazendeiro aceitou a convite e acabou sendo assassinado na estrada.
    Para atrapalhar as investigações, Hidelbrando contou à Polícia que Claudionor Ferreira havia sido morto durante um assalto, tendo inclusive chorado durante o sepultamento do fazendeiro. Mas o desaparecimento dos animais, durante um período em que a vítima estivera em tratamento médico em Minas Gerais, levou o filho da vítima, Arnold Prado, a suspeitar de que Hidelbrando estivesse envolvido na morte do seu pai.
    Preso dias depois, Hidelbrando foi indiciado em inquérito por homicídio, tendo a prisão preventiva decretada pela Justiça Criminal. Três anos depois ele conseguiu fugir da cadeia, e passou a viver na cidade de Primavera do Leste, em Mato Grosso, onde comprou três fazendas e continuou negociando com gado. Ações desenvolvidas pelas Polícias Civis da Bahia e do Mato Grosso conseguiram descobrir o paradeiro de Hidelbrando.

 

 

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