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22/03/2010 - Sitepopular

 

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Casal Nardoni é condenado a prisão em regime fechado

 

O Brasil esperou por dois anos o julgamento do bárbaro assassinato da menina Isabella. Finalmente hoje, 27 de março de 2010 às 0:40, graças ao trabalho incansável do Promotor de Justiça, Dr. Francisco Cembranelli, os monstros: o pai, Alexandre Nardoni foi condenado a 31 anos de prisão, e a madrasta, Ana Carolina Jatoba, a 26 anos. A  sentença foi proferida  pelo MM. Juiz,  Dr. Maurício Fossen.

 

O Caso

Isabella tinha 5 anos quando foi encontrada quase morta no jardim do prédio onde moravam o pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo, em 29 de março de 2008. Segundo a polícia, ela foi agredida, asfixiada, jogada do sexto andar do edifício e morreu após socorro médico. Os únicos acusados foram o pai e a madrasta. O casal negou inocência durante o tempo que esteve na prisão e também até o final do julgamento, alegando que existia uma terceira pessoa no apartamento que teria cometido o crime. Hipótese descartada pela acusação e por todos os laudos periciais. (Sitepopular)

 
 

Veredicto deve sair hoje

 

A expectativa é grande em todo o Brasil. O veredicto deverá sair hoje (26), ou até a madrugada de sábado (27). Os jurados decidirão se o casal Nardone é culpado ou inocente do assassinato da menina Isabella. Depois da decisão do júri, juiz, defesa, acusação e os réus retornam ao plenário para a leitura desta. Se houver condenação, o juiz profere a sentença, com o tempo de prisão. Com a absolvição, eles estarão livres.

 

Advogado do casal Nardoni é hostilizado pelo público

 

Nos primeiros dias foram apenas vaias. Depois vieram gritos e xingamentos. Ontem, no terceiro dia de julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, o que começou como manifestação popular descambou para agressão. O criminalista Roberto Podval, que coordena a defesa do casal, foi duramente hostilizado na porta do Fórum de Santana e chegou a ser atingido de raspão por um chute.

O episódio ocorreu no momento em que os advogados retornavam do almoço. Minutos antes, os avós maternos de Isabella, Rosa Cunha de Oliveira e José Arcanjo de Oliveira, foram aplaudidos pelas pessoas que se aglomeravam diante do Fórum. A avó de Isabella chegou a exibir uma tatuagem que leva no antebraço esquerdo com a inscrição "Isa", em homenagem à neta morta na noite de 29 de março de 2008.

A equipe de Podval veio em seguida. Ao se aproximarem do Fórum, começaram a ouvir gritos e xingamentos. Um homem passou a berrar quando ficou cara a cara com o criminalista, tudo sob as lentes de fotógrafos e cinegrafistas. O advogado só não ficou em pior situação porque os jornalistas que o cercavam acabaram servindo de "escudo". No meio da confusão, um jornalista caiu e um segurança se feriu levemente. Depois do tumulto, a equipe subiu para o plenário.

Terceiro dia

O mais longo depoimento do julgamento do caso Isabella, ontem, acabou sem que a defesa conseguisse desmontar a principal prova da acusação: a perícia que pôs Alexandre Nardoni na cena do crime. O embate entre a perita Rosângela Monteiro e a equipe do criminalista Roberto Podval dominou o terceiro dia do júri. A testemunha não teve dúvida ao afirmar: "O réu (Nardoni) defenestrou (atirou da janela) a vítima."

A perita foi firme e clara, incriminando tanto Alexandre quanto a madrasta de Isabella, Anna Carolina Jatobá. A quinta e última testemunha da acusação surpreendeu a assistente técnica de Podval, Roselle Soglio. Primeiro, quando Roselle questionou como Rosângela sabia que uma fralda com sangue examinada pela perícia estava em um balde com amaciante. "Pelo forte odor de amaciante, aquele azulzinho que eu não preciso dizer o nome", disse a perita.

A defesa então questionou em que momento a cena do crime teria sido limpa. A perita respondeu que isso ocorreu enquanto a madrasta ligava para a polícia. "O telefone da casa é móvel. Ela fazia enquanto falava. Principalmente para nós, mulheres, isso é fácil, pois nós fazemos duas, três coisas ao mesmo tempo."

A perita explicou que era impossível para alguém experiente confundir o resultado da luz forense Bluestar, que mostrou a existência de vestígios de sangue no apartamento, com manchas deixadas por nabos e cenouras. Isso porque o sangue deixa manchas diferentes.

Ponto alto

Em um dos pontos altos do dia, Rosângela revelou um dos maiores trunfos da acusação: as marcas de sujeira na camiseta que Alexandre Nardoni usava na noite do crime só poderiam ter surgido se ele tivesse passado as mãos pelo buraco na tela da janela de seu apartamento segurando algo que pesasse 25 quilos, o peso de Isabella. Só dessa forma é que o contato da tela com a camiseta produziria a marca detectada pela perícia.

Pela segunda vez durante o julgamento do caso um dos sete jurados se manifestou. Ele pediu ao juiz para fazer uma pergunta à testemunha. O jurado disse que queria saber se a camiseta examinada pela perícia era a que Nardoni usava na noite do crime. "Sim. Sabemos que era ela pelas imagens da televisão", disse Rosângela. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Termina segundo dia de julgamento do casal Nardoni

 

Terminou às 19h30 desta terça (23) o segundo dia de julgamento do casal Nardoni, no Fórum de Santana, na zona norte de São Paulo. O terceiro e último depoimento desta terça foi do perito baiano Luiz Eduardo Carvalho Dórea, que durou cerca de 30 minutos apenas. As outras duas testemunhas ouvidas foram o médico-legista Paulo Sérgio Tieppo Alves, ouvido por três horas, e a delegada Renata Pontes, que foi interrogada pela manhã. A mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira prestou depoimento nesta segunda. (Leia+)

 

Mãe de Isabella emociona em depoimento

 

Durante o depoimento, Ana Carolina de Oliveira, mãe da menina Isabella, mostrou-se muito abalada e chorou, inclusive, em quatro ocasiões. Ela se emocionou ao lembrar do momento em que chegou ao Edifício London, ao falar da cena em que a jovem fora levada para a ambulância e também como recebeu a notícia da morte da filha. Ela é considerada testemunha-chave do julgamento, por afirmar que a relação da madrasta, Anna Carolina Jatobá, com a criança era muito tumultuada, e que havia muito ciúme por parte da mulher de Alexandre Nardoni. (Bahia Notícias)

 

Começa o julgamento do casal Nardoni

 

Começou às 14h17 desta segunda-feira (22), com atraso, o julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabella Nardoni em março de 2008. O júri é realizado no Fórum de Santana, na Zona Norte de São Paulo.

O sorteio dos jurados teve início com mais de uma hora de atraso.

O júri popular vai decidir se os dois são culpados ou inocentes. Entre as testemunhas que serão ouvidas está a mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira. (Por Luciana Bonadio G1)

 
 
 

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Comentários (01)

22/03/2010 - Thais - Ana Carolina e Alexandre Nardoni pq vcs fez isso com sua propria filha se vcs ñ quisesse a menina dava para os outros adotar ñ mataria....eu acho q alexandre foi passar um medo em Izabela e ai ela caiu mais mesmo assim ele tem q ser preso e Ana Carolina tbm.....
 
 
 
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