Ou a direção do afoxé Filhos de Gandhy adota medidas sérias para evitar que verdadeiros marginais utilizem o bloco para promover desordem durante o Carnaval ou o bloco vai cair na antipatia dos foliões e ter manchada a sua marca de tradição cultural da Bahia.
Dizem que o Gandhy tem mais de 14 mil associados e que neste Carnaval 7 mil estiveram nas ruas.
O que acontece é que vários associados pegam somente a fantasia e sequer desfilam no afoxé. Vão para outros blocos e exigem no peito e na raça que os cordeiros lhe dêem acesso. Os conflitos foram constantes no Carnaval.
E o mais grave: muitos integrantes do Gandhy estão dando em cima de mulheres durante o desfile. Em troca de um colar do afoxé, eles exigem um beijo na boca. Se a garota não aceitar, são empurradas e até agredidas.
Cenas lamentáveis aconteceram envolvendo membro do Gandhy em todos os circuitos do Carnaval. No Campo Grande, na terça-feira, populares tiveram que intervir e proteger uma garota empurrada por se negar a beijar um marmanjo do Gandhy.
É caso de polícia. |