E-Mail Enviar Imprimir Humor Esporte Últimas Notícias

 

Cine

Clip Musical

Vídeos

Prog. de Rádio

Giro

Almanaque Econômico
Aonde fica?
Brasilsites
Calculadora de impostos
Carros
Compra: comparar preço
Conversor de Moedas
Culinária
Datas Comemorativas
Download
Eleições 2004
Emprego
Esporte
Eunápolis - Verbas Fed.
Finanças
Guia de viagem
Hora certa no mundo
Horóscopo
Humor
Informática
Jogos
Jornais
Lista Telefônica e CEP
Loterias
Medicina & Saúde
Mundo Animal
Município - Verba Federal
Música
Notíc. nacionais / intern.
Política
Previsão do Tempo
Religiões
Serviços
Sexo
Sistema Monetário Brasil
Social
 
 
 
 
 
 
 

 

 
 

   

Notícias

   
10/07/06 - MP-BA - Redatora – Anbar / MTBA690

Denunciada organização criminosa que atuava no DETRAN/BA

 

Uma organização criminosa composta por despachantes, servidores e ex-servidores que vinha atuando no Departamento de Trânsito da Bahia (Detran) foi denunciada pelo Ministério Público estadual que também requereu a prisão preventiva das 12 pessoas envolvidas, desde 1999, com fraudes nas alienações e desalienações de veículos por meio de dados nos terminais de computadores. O grupo, de forma organizada, efetuava operações virtuais, provocando prejuízos ainda não dimensionados para o erário público. Partindo de diversos procedimentos encaminhados pelo Detran, o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e de Investigações Criminais (Gaeco), em conjunto com o Núcleo de Inteligência Criminal (NIC), criados recentemente pelo MP, vislumbrou a organização criminosa e deflagrou a ação penal que deu entrada na 2ª Vara Especializada Criminal.

Coordenador do Gaeco, o promotor de Justiça Paulo Gomes Júnior explica que, somente na Central de Inquéritos do MP, foram identificados 71 procedimentos enviados pelo Detran pedindo a atuação do MP. A investigação criminal foi iniciada quando o empresário Rubens Sapucaia Castello Branco e seu funcionário Marcos de Almeida Jesus utilizaram, com conhecimento de causa, a rede criminosa protagonizando a alienação fraudulenta de uma moto. A transferência do veículo objetivava frustrar sua inclusão na divisão de bens em processo de divórcio do empresário, e a constatação do fato levou a descoberta do maquinário criminoso. O tipo de fraude, diz Paulo Gomes, foi repetido pelo menos 80 vezes, mas esse número pode chegar até a quatro mil, tendo em vista a existência de outras centenas de investigações em curso.

Assinaram a denúncia, além de Paulo Gomes, os promotores de Justiça Edmundo Reis, coordenador do NIC, e Ana Rita Cerqueira Nascimento Guerra. Além de denunciar, pediram a prisão preventiva dos despachantes Clay de Castro Alves, considerado o chefe do grupo, sua mãe Maria José Mateus de Castro, Edson dos Santos Lima, José Carlos Soares e Fernando Alves Correia. Os ex-funcionários do Detran Ângelo Gomes Mansur, Ivonete Matos Rosário dos Santos, Nilza Nascimento de Aleluia e Joseval Fonseca Ledoux. O funcionário Luis Carlos Fiais, além da assistente do posto do Detran no SAC/Barra Eliana Calazans Albiani Alves, e da prestadora de serviços no mesmo SAC Girlene Santana Almeida Cardim. O empresário Rubens Sapucaia e seu funcionário foram denunciados, mas não tiveram pedido de prisão solicitada.

Ficou apurado que Clay, em conluio com os demais denunciados, iludiam pessoas de boa fé quando estas buscavam os serviços do Detran para efetivação de transferência de propriedade de veículos, alienações e desalienações, cobrando propinas que variavam de R$ 40,00 a R$ 2 mil. Utilizando os computadores do Detran e suas respectivas senhas pessoais, realizavam a exclusão, indevidamente, de dados corretos nos sistemas e nos bancos de dados da administração pública com o objetivo de obter vantagem indevida, fraudar o fisco e causar danos à moralidade administrativa desalienando virtualmente os veículos alienados. Eram apagados nos sistemas a observação de reserva de domínio a determinada instituição financeira constante no DUT, e a quadrilha vendia o veículo como se ele estivesse desembaraçado, dando prejuízo à instituição financeira e ao terceiro adquirente de boa fé.

De forma articulada, com tarefas distintas, o grupo também promovia as alienações virtuais que consistem na transferência de propriedade de veículos sem o pagamento de IPVA, multas, licenciamento e taxas de serviços, que deveriam ser recolhidos aos cofres públicos.

 

         

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E-Mail Enviar Imprimir Humor Esporte Últimas Notícias

© 2005 - 2006 Sitepopular.com.br Todos os direitos reservados