Devemos mesmo confiar nos “nobres do poder” ?
O poder é tão
intenso que faz com que companheiro desconheça companheiro e aliados
conspirem contra “aliados”. Está provado que, na política, não há amigos,
apenas conspiradores que se unem em torno da cobiça maior da humanidade, que
é o poder. Quem nasce para ser “plebeu”, nunca pode ser “Rei”. Talvez, não
seja o caso de Jacques Wagner, o Governador da Bahia. A informação que temos
é que, desde que foi eleito Governador, Jacques Wagner está a maior parte do
seu tempo em Brasília, lugar que freqüentara quando Deputado. No poder não
há lugar para a vaidade; quando se ocupa cargo eletivo há necessidade de
constante vigilância. O Governador da Bahia, Jacques Wagner, corre sério
risco de ser um “Governador de um mandato só!” Desde que foi eleito,
Jacques Wagner tem sido questionado pela sociedade que quer saber “pra que e
por que veio”. Enquanto isso, o Vice tem ocupado a cadeira de Governador em
seu lugar. Tanto na capital como no interior, militantes petistas ainda
estão se digladiando por cargos, causando divisão entre si, provocando
rachaduras no PT., fortalecendo o velho “PMDB de guerra”, como é conhecido.
Numa dessas reuniões de negócios, um militante do PMDB deixou escapar como
pretendem governar a Bahia. Segundo o militante, o PMDB já conta com
setenta prefeituras e que, até o final do ano corrente, o partido
pretende atingir a quantia de cem; ainda, que aposta na vaidade de
Jacques Wagner de se candidatar a Presidente da Republica. O mesmo
militante, que tem o direito de não se identificar, acrescentou, dizendo: “o
candidato do PMDB, na Bahia, será o atual ministro da Integração Nacional,
Gedel Vieira Lima”. Já chamam o Governador Jacques Wagner de “Jacques
Pires”. Não é o Maximo?