O mundo reagiu bem à vitória de Barak Obama à Presidência dos EUA; até parece o começo de uma nova era. Obama terá muito trabalho pela frente para reparar os danos causados pela guerra à economia americana. Mesmo que, para a eternidade se perpetuam as guerras, Obama conseguiu unificar brancos e negros, falando um só idioma, ou seja, que retiraria os
soldados americanos e aliados que há anos estão em território iraquiano. Obama tornou-se o Presidente de “todas as raças e cores” e até o presente momento, enchendo as mães e os pais do mundo inteiro de alegria. Os choros que antes eram de sangue, agora são de esperanças e alegrias. A guerra no Iraque ceifou a vida de soldados de muitas nacionalidades, causando desespero nas mães e pais de todo o mundo. Talvez, em conseqüência das baixas, é que os EUA e o mundo elegeram Barak Obama, o Presidente do “cessar fogo”. Qual é a mãe ou o pai que não se alegra com uma notícia dessa? Que atire a primeira pedra!.. Nesse caso, acertou o poeta quando falou na sua canção: “inimigos se abraçaram e juntos festejaram. Bem maior é a paz e o amor de Deus”. Com a vitória de Obama, o mundo poderá desenhar a sua nova página com raças e cores humanas. Nem só os EUA, como resto do mundo, esperam que Obama não cometa os mesmos erros que o seu antecessor cometeu; que os EUA, representados pela pessoa Obama, se mostrem equilibrados. O preconceito racial, que até agora tem formado um espécie de muro, separando americano de americano, parece estar caindo com a eleição vitoriosa de Barak Obama. O preconceito é o segundo símbolo nacional americano a cair e quem sabe, o mundo que costuma copiar os EUA, venha a copiar esse que é o mais importante gesto na história da humanidade. A mais difícil tarefa que agora pesa por sobre os ombros de Barak Obama é fazer com que o povo americano entenda que o mundo não está suportando mais as guerras.
São os olhos do mundo, voltados para os movimentos de Barak.