Assim, como
está escrito em outras palavras: “De fato os Governos Totalitários estão
caindo”. Mundo globalizado,
poderes igualados. Como se, num passe de mágica,
a sucessão das sete potências mundiais, também estão caindo. Desde 11 de
setembro de 2001, os EUA vêm insistindo numa guerra, até então, sem sucesso.
Lutar contra um povo, que tem a morte como o prêmio mais importante de sua
vida, é querer vencer o “impossível”. O povo iraquiano não tem tradição de
se abater tão facilmente. Enquanto a potência Anglo-Americana, coordenada
pelos EUA e os seus aliados, atendendo mais que um capricho, gastam com a
guerra no Iraque, as suas economias, aos poucos, estão evaporando. A oitava
potência mundial, formada pelos EUA e a Grã-Bretanha são as sucessoras das
ex-grandes potências mundiais: Egito, Assíria, Babilônia, Medo-Persia,
Grécia e Roma, todas caídas e raríssimas vezes são lembradas no cenário
mundial como ditadoras e dominadoras do mundo. Roma, a penúltima potência,
caiu em 410 EC, diante de Alarico, rei dos visigodos (tribo germânica que se
havia convertido para o tipo de “cristianismo”). Tribos germânicas (também
“cristãs”), juntas conquistaram a Espanha e grande parte do território de
Roma, na África do Norte. Já, na era moderna, a potência Anglo-Americana,
regente de um sistema “totalitário”, aparentemente aberto, vem demonstrando
a sua fragilidade, estando preste a cair diante dos olhos do mundo: parece o
tempo designado para a igualdade mundial entrar em cena. Depois daquele dia
onze de setembro, os EUA nunca mais foram os mesmos, o poder mundial parece
ter escapado das suas mãos, levando o capitalismo com quem tem um “caso de
amor”, à ruína. Faz tempo que os EUA e seus aliados, coordenados por George
W. Bush, vêm se golpeando, embora, aparentemente, estão ganhando a guerra.
Nem sempre vencer uma guerra é sair vencedor. Desde que os EUA iniciaram a
guerra contra o Iraque, assistimos a “derrota da vitória”. Em conseqüências
desses acontecimentos, o Planeta Terra parece ser levado a “óbito”. Muitos
acreditam que, dentre em breve, haverá o seu desaparecimento, ao contrario
do que dizem outros: “O Planeta sobreviverá às grandes catástrofes, mas, os
símbolos nacionais, não. Toda destruição vivida pelo Planeta é superficial.
A prova disso está aí; o Planeta se abala, mas, nós é quem estamos sendo
arruinados, ao passo que não podemos dizer o mesmo dos seus habitantes.
Quando esse dia chegar, os poucos sobreviventes, perguntarão, uns para os
outros: cadê todo mundo? Não haverá todo mundo, haverá uma nova Terra e uma
nova ordem, regida pelo novo e antigo Senhor.
É
o fim das medidas de forças pelas grandes potências mundiais.