Joilson Souza

 

 
Joilson Souza - Colunista e colaborador do Sitepopular
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Coluna

09/09/08 - Sitepopular /Joilson Souza/Colaborador

 

Uma mão poderosa está colocando fim nas medidas de força.

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Assim, como está escrito em outras palavras: “De fato os Governos Totalitários estão caindo”. Mundo globalizado, poderes igualados. Como se, num passe de mágica, a sucessão das sete potências mundiais, também estão caindo. Desde 11 de setembro de 2001, os EUA vêm insistindo numa guerra, até então, sem sucesso. Lutar contra um povo, que tem a morte como o prêmio mais importante de sua vida, é querer vencer o “impossível”. O povo iraquiano não tem tradição de se abater tão facilmente. Enquanto a potência Anglo-Americana, coordenada pelos EUA e os seus aliados, atendendo mais que um capricho, gastam com a guerra no Iraque, as suas economias, aos poucos, estão evaporando. A oitava potência mundial, formada pelos EUA e a Grã-Bretanha são as sucessoras das ex-grandes potências mundiais: Egito, Assíria, Babilônia, Medo-Persia, Grécia e Roma, todas caídas e raríssimas vezes são lembradas no cenário mundial como ditadoras e dominadoras do mundo. Roma, a penúltima potência, caiu em 410 EC, diante de Alarico, rei dos visigodos (tribo germânica que se havia convertido para o tipo de “cristianismo”). Tribos germânicas (também “cristãs”), juntas conquistaram a Espanha e grande parte do território de Roma, na África do Norte. Já, na era moderna, a potência Anglo-Americana, regente de um sistema “totalitário”, aparentemente aberto, vem demonstrando a sua fragilidade, estando preste a cair diante dos olhos do mundo: parece o tempo designado para a igualdade mundial entrar em cena. Depois daquele dia onze de setembro, os EUA nunca mais foram os mesmos, o poder mundial parece ter escapado das suas mãos, levando o capitalismo com quem tem um “caso de amor”, à ruína. Faz tempo que os EUA e seus aliados, coordenados por George W. Bush, vêm se golpeando, embora, aparentemente, estão ganhando a guerra. Nem sempre vencer uma guerra é sair vencedor. Desde que os EUA iniciaram a guerra contra o Iraque, assistimos a “derrota da vitória”. Em conseqüências desses acontecimentos, o Planeta Terra parece ser levado a “óbito”. Muitos acreditam que, dentre em breve, haverá o seu desaparecimento, ao contrario do que dizem outros: “O Planeta sobreviverá às grandes catástrofes, mas, os símbolos nacionais, não. Toda destruição vivida pelo Planeta é superficial. A prova disso está aí; o Planeta se abala, mas, nós é quem estamos sendo arruinados, ao passo que não podemos dizer o mesmo dos seus habitantes. Quando esse dia chegar, os poucos sobreviventes, perguntarão, uns para os outros: cadê todo mundo? Não haverá todo mundo, haverá uma nova Terra e uma nova ordem, regida pelo novo e antigo Senhor.

            É o fim das medidas de forças pelas grandes potências mundiais.

 
 

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