Uma das ciências mais antigas a serviço da humanidade, denominada política, possui um poder ímpar que a própria ciência não explica. É semeadora de discórdias e praticante de inverdades; é dotada de corrupção e vive fazendo intrigas entre amigos, tornando-os inimigos ferrenhos.
Especialistas afirmam que não há senso de justiça na política, mas sim de inveja. Não há interesse por parte dos invejosos na moralização da coisa publica. A política brasileira é uma das mais complicadas do mundo. O poder que rege as Casas de Leis e as Casas Executivas cobrando justiça, é o mesmo que prepara as “pizzas” e as abençoam para que nada de ruim aconteça aos seus regentes consumidores, agora no presente ou mesmo no futuro próximo.
O povo brasileiro não se farta daqueles que se comportam de formas indecentes no comando do bem que, em tese, é publico, talvez por falta de conhecimento ou por não acreditar na “mãe de todas as leis”, a qual é denominada de Carta Magna (Constituição Nacional).
De forma constitucional, o povo elege representantes, mas que na pratica costumam representar os seus próprios interesses.
Não há duvida que ainda há políticos sérios, mas isso não os isenta de serem acusados injustamente ou de “piadinhas” feitas nas ruas ou nos botequins das cidades brasileiras.
Muitos dos que ocuparam ou ocupam cadeiras eletivas, que por inveja ou pressão, cassaram mandatos de colegas, tiveram o mesmo destino, ou seja, foram tirados deles os cargos pelo mesmo problema: corrupção. Por isso que este documentário é denominado de futuro próximo.
Veja o caso do Presidente do Senado Nacional, Reinan Calheiros, que continua encalhado sem querer renunciar o mandato. Há quem diga que ele é semelhante a um “baú de segredo”, posicionando como o esteio central daquela casa, ou seja: se ele cair, a casa cai, podendo aniquilar quase todos, salvando um ou outro dos que fazem uso dela. Dizem que: “quem é Rei nunca abandona o reinado”. Reinan Calheiros pode sair do Senado, mas sem nada, não!
É sabido que, os Países antes governados por ditaduras, seus principais ditadores e aliados fizeram fortunas às custas dos seus povos, dos quais alguns foram penalizados à morte com a chegada da democracia. No Brasil aconteceu o inverso, ou seja, não sabemos quem matou e roubou ou quem mata e rouba mais: se a “extinta ditadura” ou a presente “democracia”.
Ditadura prevenida já mais será vencida. Conversando com dois advogados, que prestam serviços ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral), diziam o seguinte: “Achamos que a ditadura exerceu fortes influências na construção da Constituição Nacional. Observe que nada de mal acontece com quem surrupia os cofres públicos e ainda é beneficiado com ricas aposentadorias às custas do povo, mesmo que afastados de suas funções. Tudo isso, foi para proteger os nobres ditadores da época, para que não tivessem os mesmos destinos dos colegas antes penalizados pela democracia. Por isso que a chamamos a nossa democracia de “ditacracia”. Como “todos” têm os mesmos direitos perante a Lei, indivíduos corruptos se beneficiam dela com direito a nos penalizar, assim como estão penalizando o Brasil.