Joilson Souza

 

 
Joilson Souza - Colunista e colaborador do Sitepopular
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Coluna

15/01/09 - Sitepopular /Joilson Souza/Colaborador

 

Uma sabedoria milenar quase deu o nome do autor da maior crise mundial

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Será que a crise que ora assola o mundo tem mesmo haver com o fim dos tempos? Isso é o que vamos analisar. Um poder superior de característica invisível, mas, de ações humanamente visíveis, permitiu que George W. Bush levasse adiante uma guerra contra os iraquianos, sem que, primeiro fossem medidas as suas conseqüências. A queda das torres gêmeas, as quais significam o símbolo do capitalismo, foi a desculpa usada para que a guerra acontecesse. Dizem que, “quando a dose do feitiço é muita, ela pode se virar contra o feiticeiro”. Os efeitos negativos da guerra, virou uma faca de dois gumes, atingindo em cheio o tórax do pai biológico do capitalismo, os EUA, levando o mundo a cair na maior crise já vista pelos olhos da humanidade. Entre os anos de 1929 e 1930 houve uma crise, causada por pessoas bem amadoras, quando a ciência e a tecnologia ainda não havia avançadas, diferentemente desta causada por profissionais. Não que o poder superior quisesse, mas a crise atual aponta uma de suas mães biológicas: a guerra coordenada por Bush, que logo no seu inicio, teceu um comentário dizendo ser o “príncipe” da guerra. Antes dos EUA iniciarem a guerra, uma inspeção feita pela ONU conclui que não havia armas químicas capazes de abrir precedência para a tal. No entanto, Bush desacreditou a ONU, a qual não tivera forças capazes de conter os caprichos do “príncipe”. Por mais que pareça culpado, Bush é mesmo inocente(?), em meio à crise, que a cada dia aumenta e reconhece o seu caprichoso erro na pessoa do serviço secreto americano. Todos esses acontecimentos não são por acaso. O amor ao dinheiro causou separação entre os povos, permitindo que a ciência e a tecnologia invalidassem o homem. Por causa disso, o “imperador da humanidade” (dinheiro), já não está conseguindo conter e nem levar as sujeiras dos seus escravos para debaixo dos tapetes. A crise não tem data para terminar, mas isso não significa fim dos tempos e nem o fim do capitalismo, mas um aviso do que irá acontecer em breve, conforme um escritor da antiguidade expressou a respeito da crise: “Também os mercadores viajante da terra estão chorando e pranteando por causa de ti, porque não há mais ninguém para comprar todo o seu estoque de ouro, e prata e de pedra preciosa, e de perolas, e de linho fino; e de púrpura, e de seda, e de escariante; e tudo em matéria de madeira fragrante, e toda sorte de objeto feito de marfim, e de toda sorte de objeto feito de madeira mais preciosa, e de cobre, e de ferro, e de mármore; também canela, e especiaria indiana, e incenso, e óleo perfumado, e olíbano, e vinho, e azeite de oliveira, e flor de farinha, e trigo, e gado, e ovelhas e cavalos, e carros, e escravos, e almas humanas. Sim o fruto excelente que a tua alma desejou afastou se de ti, e por todas as coisas delicadas e as coisas suntuosas pereceram de, e nunca mais as acharão”. Quem sabe se Bush não o foi, na qualidade de inocente, um instrumento usado para cumprir o que foi escrito na antiguidade. Eu, hem! ...... é de causar arrepio!

 
 

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