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SP BLOG

17/09/2008 - Sitepopular / Do A Região

 

Crime em Itabuna - Marido assassino diz que enfiou objeto nele mesmo

 

Itabuna (BA) - Antes de sua morte por infecção generalizada, em empresário Carlos Machado Souza de Jesus, 26 anos, autor de um dos crimes mais bárbaros em Itabuna, deu entrevista exclusiva ao jornal A Região, quando fez revelações inéditas sobre o crime.

Carlos assassinou a esposa Fabrícia Mangabeira Nascimento, de 33 anos com 144 golpes de faca, tesoura e garfo de churrasco dentro da loja do casal, na Rua Paulino Vieira, centro de Itabuna. A brutalidade do crime impressionou até os policiais que atuam no caso.

Carlos morreu no final da tarde da última quinta-feira (11), quando passaria pela segunda cirurgia no Hospital de Base. Ele foi internado com perfurações no intestino, um cano no ânus e outros ferimentos. Leia abaixo a matéria completa:
 

A reportagem de A Região conseguiu falar com Carlos Machado na quarta-feira (10) e ele fez revelações assustadoras, além de apresentar um quadro de distúrbio mental. Questionado sobre quem havia introduzido o objeto em seu ânus, ele foi categórico.

“Eu enfiei o negócio (não disse o quê) em meu ânus para mostrar para a humanidade que o ânus é para defecar e não para atos sexuais. Ah, e o seio foi feito para amamentar e não para os homens chuparem” (Carlos arrancou os bicos dos seios de Fabrícia).

Além de falar com Machado, tivemos acesso à cela onde ele estava e ao laudo enviado pelo Hospital de Base, na terça-feira, 9, para o diretor do Conjunto Penal do município, Nivaldo Mascarenhas, que não foi conclusivo nem dizia porque o interno foi operado.

Apenas fazia a comunicação do procedimento cirúrgico. Nada mais. O laudo foi assinado pelo diretor-médico do HBLEM, Adilson Ribeiro.

Na cela 06–B, do pavimento de isolamento, constatamos que Carlos Machado tinha quebrado o chuveiro e o cano da descarga. Havia sobras de pão francês deixadas por ele e três livros pequenos com títulos religiosos.

Falamos com alguns internos e eles foram unânimes: “aqui ninguém teve contato com esse rapaz”. Eles afirmam que só gritaram para os agentes penitenciários um ou dois dias depois de ele ter chegado, porque perceberam que estava saindo água da cela dele.

Segundo a direção do Conjunto Penal, todos foram surpreendidos com um alagamento provocado pelos canos que ele teria arrancado da parede, molhando toda a cela, inclusive as roupas. Tudo teve que ser retirado para limpeza e o interno retornou para a mesma cela.

A entrevista com o diretor do Conjunto Penal, Nivaldo Mascarenhas, foi feita na quarta-feira, 10, à tarde. Vejam o que ele disse a respeito da transferência e permanência do interno Carlos Machado.

“Logo que a direção do Conjunto Penal tomou conhecimento do crime a gente já sabia da transferência para essa unidade prisional, uma vez que a capacidade da cadeia pública já está bem acima da capacidade normal, com mais de 100 presos, quando o normal é 32”.

Segundo Mascarenhas, o coordenador regional da 6ª Coorpin, Moisés Damasceno, pediu a transferência do interno pelo comportamento agressivo, já que no presídio ele poderia ter um tratamento melhor, como teve. A ordem foi do juiz Marcos Bandeira.

 

15/09/2008 - Sitepopular / Do Blog do Ânderson

 

Como foi morto o assassino da esposa em Itabuna

 

O comerciante Carlos Machado faleceu na tarde de quinta-feira (11/09) no Hospital Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, onde estava internado desde o dia 10 de setembro. Ele foi vítima de complicações provocadas por uma perfuração no intestino causada por um pedaço de madeira. O objeto foi colocado no seu ânus quando o comerciante estava na carceragem da delegacia da cidade. A polícia ainda investiga se o pedaço de madeira foi introduzido por internos ou agentes penitenciários.

Carlos estava preso desde o dia 3 de agosto acusado de ter assassinado sua esposa, Fabrícia Mangabeira, com 144 perfurações feitas por faca e garfo de churrasco dentro da loja que pertencia ao casal.

 

05/09/2008 - Sitepopular

 

Marido que matou esposa "não se arrepende"

 

Carlos Machado Souza, de 26 anos, que matou a esposa Fabrícia Nogueira Mangabeira, de 33, na madrugada de quarta-feira, no interior da loja do casal, na Rua Paulino Vieira, centro de Itabuna, já prestou depoimento à polícia civil.

Ele disse para a delegada Sione Porto que faria tudo "mais mil vezes" e que matou a esposa porque ela o estava roubando na loja. "Por isso furei os olhos dela. Cada furo tem um sentimento. Não estou arrependido".

Carlos usou um garfo para churrasco e uma tesoura para furar a esposa 144 vezes. Parentes dele depuseram que Carlos é usuário de drogas e tem um longo histórico de confusões. "Desde criança sempre foi problemático," disse um irmão.

Ainda segundo a família, ele ficou internado três anos por causa das drogas, em São Paulo. Carlos estava no Hospital de Base sob observação médica e, depois de ouvido, foi transferido para o Conjunto Penal de Itabuna.

Na edição deste sábado o jornal A Região traz a cobertura completa e fotos inéditas.

 

04/09/2008 - Sitepopular /

 

Crime bárbaro assusta população de Itabuna

Carlos Machado matou Fabrícia com uma tesoura, arrancando pedaços e mutilando o corpo até ele ficar irreconhecível.
 

Itabuna (BA) - Do Jornal A Região - Um crime, anunciado, chocou os lojistas da rua Paulino Vieira, zona de compras chic de Itabuna. O empresário Carlos Machado Souza de Jesus, um lutador de jiu-jitsu de 26 anos, matou de forma violenta a esposa Fabrícia Mangabeira Nascimento, de 33 anos.

O crime poderia ser evitado. Na segunda-feira Carlos ameaçou matar a esposa durante uma briga e foi levado para a delegacia, onde Fabrícia prestou queixa. Liberado no mesmo dia, ele voltou para cumprir a promessa.

A polícia ainda investiga mas, aparentemente, o assassinato aconteceu durante a madrugada, por volta das 3 horas, quando um segurança da empresa Jaguar ouviu gritos e muito barulho na loja Carla & Sueli Bijou.

Pela manhã, o cenário era apavorante. A loja estava toda destruída, havia sangue por todo lado e o cheiro forte causou repulsa na multidão que se formou nas proximidades.

Carlos Machado matou Fabrícia com uma tesoura, arrancando pedaços e mutilando o corpo até ele ficar irreconhecível. No DPT era impossível reconhecer a empresária. O assassino pode também ter usado um garfo de churrasco achado pela polícia no local.

Segundo informações ainda sendo confirmadas, Carlos pensava que a filha do casal "não era dele" e matou a esposa por achar que ela o traía. Ele deu muito trabalho ao ser preso, enfrentou a polícia, teve que ser sedado e algemado.

 

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