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Quando nós falamos sobre o uso das células tronco, vem sempre em nossa mente a
rejeição inconscientemente desse método. A conhecida discussão referente ao
momento no qual o embrião humano passa á ¨merecer ¨respeito á sua vida e
integridade, apenas comprova a aleatoriedade e o caráter pragmático da
caracterização do início da vida. Quando nós falamos em MASTURBAÇÃO, achamos
esse ato fálico, uma vergonha, convenhamos, uma MASTURBAÇÃO tem o seu mérito, é
anti AIDS, evita doenças sexualmente transmissíveis, e o lúdico é imaginar no
colo da Ana Paula Arózio, somamos o cuspe gasto na lubrificação, seguido da
concentração para o tão esperado e expelido jato, convenhamos que após o ato, a
sub cabeça fica maior que a cabeça de Caetano Veloso com o turbante dos filhos
de gandhi, mesmo assim, ainda falamos com muita timidez desse genocídio,
alcunhado de MASTURBAÇÃO, mesmo contorcendo no extertor do desejo, provocando o
esganar da boca, fica o punho dolorido, as pernas andando em barro mole, o fedor
de Q-BOA pairando no ar, mas tudo isso compensa no ato final. Porque estou
paralelamente falando de MASTURBAÇÃO e CÉLULAS TRONCO?. Continue a leitura e
descubra o por que. Afinal, á vida é um ato contínuo, mesmo abstraindo-se das
crenças atinentes á espiritualidade, pode considerar tendo o seu inicio material
nos espermatozóides, e o final no esqueleto do cadáver. Já escreveram centenas
de livros e artigos, querendo saber onde começa á vida, onde termina á vida, mas
é absolutamente evidente o caráter inerente á cultura, aleatório e pragmático da
tentativa de se estabelecer esses limites. Podemos até objetar que a ¨produção ¨
de seres humanos, ainda que para fins terapêuticos, é uma violência contra um
dos inestimáveis valores de nossa cultura: chama-se VIDA. Assim surge a polêmica
sobre a inviolabilidade do direito á vida e a dignidade da pessoa humana,
partindo da discussão sobre a vida humana, a vida começaria no momento da
concepção ou não? O padre Vando Valentim, conceituado clero, fez o seguinte
comentário: ¨Não devemos ter medo de por limites na ciência. Devemos ter medo,
sim, de uma ciência que, sem reconhecer os limites éticos acaba pondo em risco a
vida humana. Tenho certeza que ninguém quer salvar uma vida á custa de uma vida
inocente ¨. O Procurador-geral da república, Claudio Fonteles, ingressou no
Supremo Tribunal Federal com uma ação de inconstitucionalidade contra o artigo
da lei de biossegurança que permite a utilização de células tronco de embriões
humanos produzidos por fertilização in vitro, para pesquisa ou tratamento de
doenças. Fonteles diz que o artigo 5º da lei 11.105/05 ( de 24 de março último)
contraria o principio constitucional da ¨inviolabilidade do direito á vida ¨.
Para ele, a vida começa na fecundação e, portanto, a destruição do embrião para
pesquisa vai contra o artigo da constituição, que garante á todos o direito á
vida. Aqui entra novamente a MASTURBAÇÃO, se muitos concordam que um embrião é
um ser humano, convenhamos que um espermatozóide, também é um ser humano. Então,
esse ato inocentemente praticado universalmente, com único objetivo de
satisfazer e ceifar milhares de vida, algumas vezes matando afogados (no vaso
sanitário) outras asfixiando ( embaixo de cobertores, e coito interrompido) ou
mesmo abandonando em terrenos baldios, espalhando nos gramados dos quintais, até
mesmo deixando pendurados nas cercas dos vizinhos. Conheço casos que alegam
estar fazendo amor com a pessoa que mais amam, como o escritor JOÃO UBALDO
RIBEIRO, outro que usa espelho entre as pernas, e na intenção da bunda, no ato
frenético do vai vem, como fizesse autofagia, chega ao orgasmo, praticando um
homicídio doloso, com a intenção pura e simples de matar. Portanto se acham que
o embrião é um ser humano, e que a célula tronco é inviável para salvar outros
seres humanos, então a MASTURBAÇÃO... É UM HOMICÍDIO DOLOSO, com muito prazer. |